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  • Ricardo Zanon

Bem vindo a Era do Estilo

A edição de verão do BFS terminou com uma constatação: definitivamente deixamos a era das tendências e entramos na era do estilo. A moda foi se tornando cada vez mais democrática e o que as marcas mostraram nos três dias do evento, no Balneário Shopping, foi um pout-pourri de apostas, procurando encontrar seu eco nas ruas e nos gostos dos seus consumidores.

Verdade seja dita: todo mundo adora uma listinha pronta do que vai se usar. Porém, essa listinha se tornou tão grande que todos os comprimentos, volumes, cores, estampas e texturas são permitidos ou pelo menos estarão por aí. Vale então investir naquilo que cai bem, nas cores que favorecem, nas peças mais duráveis, confortáveis  e voilà, cada um começa a criar o seu estilo.

Esse mix; de estampas, de cores, de estilos, de tecidos leves e de modelagens amplas, deram o tom a essa edição BEST SUMMER. Destaque para os tons de laranja, azul e vermelho, tudo vibrante e vivo, contrapondo com a suavidade dos tecidos naturais e leves como algodão e seda. As estampas de flores, folhas e lisérgicos também apareceram com força.

O evento se fortalece como um espaço de tendências e visibilidade, respirando contatos em todas as manifestações. Esse foi nosso propósito ao planejar essa edição e acho que chegamos lá. O novo layout ficou a cara da moda, refletindo uma fase mais madura.

Tivemos momentos de frescor com os desfiles da Chuá, Shoulder e Le Lis Blanc, momentos de glamour fashionista com os looks da Forum, momento de brilho com os paetês da Yoo e da Colcci, momento rock londrino street com a John John. Mas tivemos momentos escapistas de luxo, com Jorge Bischoff e Dudalina. E claro, não podemos esquecer os momentos de ferveção com as icônicas Levi’s e Calvin Klein.

Todos os desfiles foram focados nas roupas e em menos aparatos cênicos. As coleções mostraram a clara evolução das marcas, reforçando sua identidade ou seu estilo, buscando fazer o que de melhor ela é; identificada por seu público-alvo. Ao contrário do que se fala por aí, não é uma eterna repetição e sim deixar cada vez mais claro que a marca tem que se diferenciar das outras.

BALANÇO FINAL do BFS SUMMER POR ALEXANDRE PADILHA

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